domingo, 19 de outubro de 2014

Resenha da Semana - O Sexto Homem/ David Baldacci

David Baldacci consegue capturar o leitor já na primeiras páginas e através de grandes reviravoltas, mostra que com até mesmo o serviço de segurança do país não se pode estar totalmente seguro.

O livro se inicia com a incriminação por assassinato de Edgar Roy, ao que tudo indica um simples funcionário da Receita Federal, mas que foi preso em uma das melhores senão melhor prisão anti-fuga dos EUA, Cutter's Rock. Sean King e Michelle Maxwell, entram em jogo quando o advogado Ted Bergin, antigo amigo de Sean, os contrata para ajudar nas investigações.

 O que Sean e Michelle não podiam imaginar era que o encontro deles com Bergin seria antecipado, mas com apenas o corpo sem vida do mesmo. Sean fica com um sentimento de que deve descobrir quem assassinou seu amigo, ele e Michelle decidem então investigar o caso e logo descobrem que a morte de Bergin tem haver com o seu cliente Edgar Roy.

Sean e Michelle percebem logo que Edgar Roy não pode ser um simples funcionário do Estado, descobrem então uma pista que os levará a desvendar o segredo por trás da prisão de Roy. Ele tem um super cérebro e trabalha na empresa do grande nome da tecnologia Peter Buting, no Programa -E, onde todas as informações coletadas pelos EUA e por países aliados são levadas para análise e contenção de risco de terrorismo, isso que é conhecido como Parede. Roy tem um cérebro tão incrível que ele simplesmente não conhece se esquecer de nada, tem apenas um lapso de memória, qualquer outra pessoa não conseguiria trabalhar na Parede, não com a rapidez e inteligência de Roy.

A dupla Sean e Michelle se veem então em meio a inúmeros assassinatos, alguns sem sentido, onde não podem confiar totalmente em ninguém, ao que tudo indica as pessoas poderosas do governo estão totalmente envolvidas e para essas pessoas o que mais importa é dinheiro ou status social, não a segurança do país.

Prepare-se para incríveis reviravoltas e desconfie de todos, porque em "O Sexto Homem", não se pode confiar em ninguém.